Investir é uma forma de multiplicar seu dinheiro, uma maneira de aumentar sua renda. Por isso uma aplicação financeira bem realizada pode oferecer bons rendimentos e ajudá-lo a aumentar seu patrimônio.

Em tempos mais difíceis, com inflação alta e muito desemprego, os investimentos podem fazer uma boa diferença em sua vida. Pode não existir fórmula mágica para os investimentos, mas existem conhecimentos que vão orientá-lo a aplicar com mais segurança, potencializando suas oportunidades de gerar lucros.

Neste post, mostraremos o que são investimentos financeiros, os tipos que existem, os perfis de investidor e os erros dos investidores, enfim, tudo que você precisa saber para começar a investir! Vamos lá?

Afinal, o que são os investimentos financeiros?

Os investimentos financeiros são aplicações que uma pessoa faz em títulos e contratos específicos, objetivando obter rendimentos dentro de um prazo determinado ou de forma contínua (o investimento permanece enquanto a pessoa desejar, assim como acontece com a poupança).

Os investimentos são ideais para quem deseja adquirir alguma coisa em médio ou longo prazo ou ter um dinheiro reservado para situações de emergência.

No Brasil, existem diferentes opções de investimentos.Quais são as elas:

  1. Títulos do governo federal, conhecidos como Tesouro Direto;
  2. Aplicações em bancos, como CDB, LCA e LCI;
  3. Títulos de instituições privadas, como debêntures e fundos de investimento;
  4. Renda variável, como as ações de empresas negociadas na Bolsa de Valores.

Conheça os tipos de investimento

Os investimentos financeiros dividem-se em 2 categorias: os de renda fixa e os de renda variável. Veja a seguir como eles se diferenciam.

A renda fixa

Na renda fixa, a pessoa sempre consegue algum tipo de rendimento, cuja rentabilidade pode ser fixada no momento da contratação (aplicações prefixadas) ou pode ser pós-fixado, ou seja, somente ao final do prazo a pessoa ficará sabendo qual será sua rentabilidade. É a modalidade de investimento em que o investidor empresta suas economias para os bancos, o próprio governo federal ou para empresas.

Renda fixa – Tesouro

O Tesouro Direto é uma forma de aplicação em renda fixa, pertence ao governo federal e é composto por diferentes títulos, como Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA. Os títulos mais comuns acompanham a taxa básica de juros (SELIC), ou acompanham a inflação mais uma taxa fixa, como o Tesouro IPCA. O capital mínimo investido é de R$ 30 reais. A liquidez, em geral, é alta. Apesar de não ser coberto pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), o Tesouro Direto é seguro porque é do governo federal.

Renda fixa – Bancos

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é uma forma de investimento em que a pessoa “empresta” dinheiro para que o banco realize suas operações e recebe juros por isso. Os rendimentos costumam seguir o indexador CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Bancos maiores costumam pagar entre 80% a 90% do CDI. Bancos médios ou regionais, costumam oferecer maior rentabilidade, geralmente acima de 110% CDI, e têm cobertura do FGC.

As LCIs e as LCAs são aplicações isentas de imposto de renda para pessoa física. São as letras de crédito do setor imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Podem ser compradas em bancos e corretoras e também têm cobertura do FGC. A liquidez varia, dependendo do prazo. Geralmente, exigem investimentos iniciais mais elevados.

Renda fixa – Empresas

As debêntures funcionam como os CDBs, só que dessa vez você empresta para uma instituição privada. Existe uma sub-modalidade conhecida como debênture incentivada, cujo rendimento é isento de imposto de renda para o investidor pessoa física, desde que a empresa destine os recursos captados para projetos de infraestrutura.

Outros exemplos de renda fixa são os fundos de investimentos, em que é possível investir em diferentes títulos, já que sua carteira fica diversificada e não concentrada em um único investimento.

A renda variável

A renda variável é mais arriscada, pois a rentabilidade não pode ser garantida. Os títulos de renda variável estão mais sujeitos às oscilações do mercado financeiro. Há a possibilidade de ganhar muito dinheiro, mas é preciso estar disposto a suportar perdas.

Embora existam mais riscos que na renda fixa, é possível investir em renda variável com segurança. Isso exige orientação e conhecimentos específicos. Por isso, a consultoria especializada é importante para quem pretende aplicar nessa modalidade de investimentos.

Os tipos de renda variável mais comuns são ações, derivativos, câmbio, fundos multimercado, fundos de ações, mercado futuro, ETFs de ações, commodities, ouro e outros.

As ações são os mais conhecidos e consistem em títulos que conferem à pessoa a participação societária numa empresa listada na Bolsa de Valores (B3 ou Bovespa). Geralmente, as ações oferecem melhores resultados em longo prazo. Com a ajuda do Home Broker, o investidor pode gerenciar suas ações de um computador ou do próprio celular.

Os Derivativos

Os derivativos consistem em aplicações financeiras derivadas de outros ativos. O câmbio é a troca de moedas de países diferentes. As commodities são mercadorias que tem preços praticados no mundo todo como petróleo, soja, café, boi gordo, milho. Os ETFs são fundos negociados como ações na Bolsa de Valores. No mercado futuro, é possível realizar uma promessa de compra ou venda de títulos financeiros (juros, moeda) ou commodities.

O ouro também se enquadra na categoria de renda variável e é muito usado como proteção (ou, na linguagem financeira, hedge) em períodos de crises financeiras e de inflação fora de controle.

Saiba como escolher a melhor opção de investimento para você

Costuma-se associar maior rentabilidade a maiores riscos, mas também é preciso considerar o prazo do investimento e o capital investido. É claro que uma pessoa que investe mais, tende a ganhar mais. Os investimentos em longo prazo também oferecem melhores perspectivas de ganhos — lembre-se de que patrimônios não se constroem da noite para o dia.

Para escolher certo, você precisa conhecer seu perfil de investidor, que é o próximo tópico de nosso texto. Considere as principais razões que estão levando você a investir. É possível também que você deseje investir para ter sempre algum dinheiro disponível que cubra despesas extras. Neste caso, os CDBs de curto prazo, por exemplo, são uma opção.

Para quem pensa no futuro e na velhice, ou na aquisição de algum bem de valor mais elevado, vale a pena investir em aplicações de médio ou longo prazo. Alguns títulos do Tesouro Direto podem satisfazer suas necessidades (basta olhar no site do Tesouro Direto os prazos e as características de cada título). LCIs e LCAs também podem servir, desde que você tenha o capital mínimo para começar a investir. As ações ou fundos de ações são outros investimentos valiosos para que quem planeja em longo prazo.

Recomenda-se investir em aplicações um pouco mais complicadas ou menos procuradas somente depois de adquirir uma orientação mais profunda de profissionais especializados: é o caso de derivativos, ETFs, mercado futuro e câmbio.

Os fundos de investimentos são aplicações que, de modo geral, podem ser adotadas por investidores de qualquer perfil. Reunindo diferentes ativos em uma só carteira, os fundos de investimentos equilibram a balança, compensando perdas de alguns títulos com ganhos de outros.

Os perfis de investidor

Você não deve começar a investir se ainda não descobriu seu próprio perfil. Por meio da API (Análise de Perfil do Investidor), instituições financeiras, plataformas de consultoria financeira e corretoras de investimentos procuram determinar o perfil do investidor, o que facilitará no momento de escolher o melhor investimento.

Conforme o Método Suitability, existem 4 perfis. Conheça-os a seguir!

O perfil conservador

Tem tolerância muito baixa a riscos e também não dispõe de grandes conhecimentos sobre produtos e derivativos. Aceita riscos baixos para obter um rendimento levemente superior aos juros nominais.

Esse tipo de investidor tenta conservar sua carteira com alta liquidez e pouca volatilidade. Entre as aplicações mais recomendadas para esse perfil, estão: CDBs; fundos cambiais; fundos de curto prazo; fundos de previdência de renda fixa; fundos de renda fixa; fundos referenciados DI; fundos multimercado com capital protegido; LCAs e LCIs; títulos públicos.

O perfil moderado

Também apresenta conhecimento limitado sobre derivativos e produtos de investimento e baixa tolerância a riscos, mas se dispõe a assumir mais riscos que o perfil conservador, caso as perspectivas de lucro sejam atraentes. Seus investimentos variam, em geral, em médio e longo prazo.

Os investimentos mais recomendados para investidores com perfil moderado são: CDBs; COEs (Certificados de Operações Estruturadas); debêntures; FIs (Fundos de Índices); fundos de ações; fundos de investimentos imobiliários; fundos multimercados; fundos de previdência; fundos de renda fixa; LFs (Letras Financeiras).

O perfil dinâmico

Tem amplo conhecimento sobre os produtos e os derivativos e tolerância moderada aos riscos. Grande parte de sua carteira é formada por ativos de médio e alto risco, procurando melhores rendimentos em médio e longo prazo.

As aplicações mais indicadas ao perfil dinâmico são: FIDCs (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios), ou seja, o gestor do fundo compra as contas a receber de diferentes empresas; fundos de ações no exterior; fundos multimercado; fundos de fomento mercantil; fundos de investimentos no exterior; fundos de renda fixa da dívida externa.

O perfil arrojado

Tem um conhecimento ainda mais amplo sobre produtos e derivativos. Sua tolerância aos riscos é muito elevada. O que ele mais almeja é conseguir o aumento de seu patrimônio em longo prazo. Assim, ele abra mão da liquidez imediata em favor de rendimentos mais polpudos envolvendo riscos maiores.

Os investimentos mais recomendados para esse perfil são: futuros BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros); transações no balcão; aluguel de ações; contratos agrícolas BM&F; fundos de participações; minicontratos BM&F; termos de ações (comprados e vendidos) na Bolsa de Valores.

5 razões para você investir o seu dinheiro

Veja 5 razões para fazer investimentos:

1.      oportunidade para aumentar sua renda e seu patrimônio;

2.      hoje, o processo de investir é bem mais fácil e cômodo, podendo ser feito até em casa por meio da internet;

3.      há diferentes opções de investimento, que satisfazem os mais variados perfis;

4.      é uma forma de se educar financeiramente e organizar melhor sua vida financeira, disciplinando-se e aprendendo a valorizar mais o dinheiro;

5.      você pode contar com consultoria especializada para te orientar, especialmente se você não entende nada do assunto.

Os principais erros ao investir e como evitá-los

Um dos principais pontos para quem vai começar a investir é ficar atento a erros comuns, que são praticados até por alguns investidores mais experientes. Veja quais são!

Não considerar as taxas e tributação

Muitos títulos e outros investimentos comportam taxas de administração e de outras naturezas que, obviamente, vão reduzir seus rendimentos. Há também a tributação, representada principalmente pelo IR (Imposto de Renda) e IOF (imposto sobre Operações Financeiras).

O Imposto de Renda, quando incide, é na forma regressiva: quando mais tempo você mantiver seu investimento, menor será o percentual de IR incidente. Algumas aplicações, como LCIs e LCAs e a Caderneta de Poupança estão isentas de IR. A poupança também não cobra taxa de administração.

Em relação às ações e fundos, que precisam de gestão especial, a corretora recebe um percentual sobre cada ordem de compra e venda. Fundos de investimento cobram uma taxa de administração sobre o valor investido e alguns tipos de fundos, quando conseguem gerar um retorno acima da meta, podem cobrar uma taxa de performance sobre o retorno excedente.

Aplicações no Tesouro Direto são feitas através de corretoras cadastradas, algumas cobram taxa de custódia e a maioria cobra taxa de corretagem fixa sobre cada negócio realizado. Mas hoje o padrão do mercado é de não cobrar taxa de custódia.

Não investir de acordo com seu perfil

Esse é um erro muito grave. Se você é conservador, não adianta aplicar um montante muito alto de dinheiro em ações de longo prazo. Diante das inevitáveis perdas, você ficará traumatizado e poderá desistir definitivamente dos investimentos.

Invista respeitando seu perfil e suas limitações. Pouco a pouco, você poderá até mudar, passando de investidor conservador para moderado.

Se você tem características arrojadas e só faz investimentos conservadores, está desperdiçando seu potencial e oportunidades de ganhar mais dinheiro.

Começar a investir fazendo aplicações muito altas

Procure investir, inicialmente, com uma quantidade moderada de dinheiro — mesmo que seu perfil seja mais arrojado.

À medida que for se beneficiando com a rentabilidade e sua autoconfiança for aumentando, aí sim você poderá passar a fazer aportes mais volumosos.

Não ter paciência

Tenha paciência e saiba esperar pelo momento ideal de investir um capital maior. Não se entusiasme demais com seus primeiros ganhos, pois, da mesma forma que você ganhou muito, também pode perder bastante. Por outro lado, alguns investidores, quando sentem que não estão tendo o retorno almejado, desistem logo.

É importante controlar as emoções, mesmo que você tenha um perfil muito ativo e goste de “brincar de roleta-russa”.

Não procurar consultoria especializada

Começar a investir com pouco ou nenhum conhecimento é como sair atirando no escuro. Procure o apoio de profissionais especializados para receber, no mínimo, orientação básica.

Além de identificarem seu perfil, esses profissionais farão boas sugestões para que você equilibre perdas com ganhos, aplicando no investimento mais adequado, no momento certo e com a quantidade certa.

Não diversificar

Essa é a recomendação mais repetida pelos especialistas. Diversificar é a melhor forma de diluir riscos e otimizar ganhos.

Não convém aplicar um montante elevado de dinheiro somente em um tipo de investimento. Divida os recursos entre investimentos diversos, que podem incluir renda fixa e variável. Assim, você pode até perder um montante num título ou outro, mas no geral seu rendimento será mais equilibrado e constante.

Entenda os riscos dos investimentos financeiros e maneiras de minimizá-los

Os riscos nos investimentos podem ser divididos em 3 tipos:

O risco de crédito

É o risco de uma instituição ou empresa não cumprir com sua parte, remunerando o investidor. Uma forma de diminuir esse risco é avaliando a reputação do banco ou da empresa da qual está se tornando acionista. Uma organização mais sólida e com mais tempo no mercado, certamente, é mais confiável.

De qualquer modo, você pode aplicar em investimentos com cobertura do FGC ou em títulos do governo federal. Em relação às ações, a solução é realmente pesquisar o histórico da empresa e ver como ela se comporta em relação aos sócios. Mas se lembre de que mesmo empresas bem reputadas podem falir ou enfrentar sérias crises financeiras.

O risco de liquidez

Um investimento de alta liquidez pode ser transformado em dinheiro com mais rapidez. Se você optar por um investimento de baixa liquidez e retirar seu dinheiro antes do tempo definido, você pode perder muito.

Até a poupança, quando o cliente retira o dinheiro antes de completar a data de aniversário mensal, deixa de ganhar a rentabilidade daquele mês.

Uma forma de diminuir esse risco é mantendo sempre uma reserva de emergência de modo que não seja necessário mexer nas aplicações. Você pode também escolher somente investimentos de curto prazo ou diversificar entre aplicações de curto, médio e longo prazo.

O risco de mercado

Trata-se do risco de perder dinheiro devido às variações do mercado, como mudanças na taxa de juros, oscilações no valor do dólar e mudanças no mercado de ações.

Nesse caso, uma solução é, novamente, a diversificação de investimentos, que protege contra mudanças repentinas na economia.

Como escolher uma boa instituição financeira

Ao começar a investir, é fundamental pesquisar por boas corretoras e bancos.

Existem muitos bancos menores que estão mais sujeitos às vulnerabilidades da economia. Por outro lado, como os riscos são maiores, eles costumam oferecer uma rentabilidade maior em seus títulos. Assim, para investimentos de curto prazo (como CDBs), os bancos pequenos podem ser uma boa opção.

Compare as taxas entre diferentes instituições, você pode escolher um bom banco ou corretora com taxas mais atrativas. Tem até isenção de algumas taxas. No caso do Tesouro Direto, por exemplo, os títulos são garantidos pelo governo federal, sendo os bancos somente intermediários. Logo, é melhor escolher uma instituição com taxa administrativa mais baixa, ou taxa zero.

Corretoras que distribuem fundos de investimentos independentes também oferecem mais diversidade de opções. As taxas de administração dos fundos distribuídos em corretoras independentes costumam ser menor que as taxas dos fundos distribuídos pelos bancos.

Toda corretora de valores precisa de autorização do BACEN (Banco Central) para operar e é fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pela B3 (Bolsa de Valores) e outras organizações. É importante consultar o site do BACEN e certificar-se de que ela é realmente autorizada.

15 dicas para começar a investir

Confira 15 dicas boas para começar a investir:

1.      defina seu objetivo principal;

2.      procure consultoria especializada em investimentos financeiros para aprender mais sobre o assunto;

3.      descubra seu perfil de investidor;

4.      procure boas instituições financeiras;

5.      não invista todo seu dinheiro num lugar só;

6.      seja paciente e flexível (saiba perder);

7.      diversifique seus investimentos.

Para quem deseja investir em ações:

8.      escolha empresas consolidadas, que gerem perspectivas mais garantidas de ganhos;

9.      avalie o modo como a empresa gera renda (se for muito complexo ou duvidoso, talvez não seja viável);

10.  invista em longo prazo;

11.  compre ações por preços atrativos;

12.  prefira empresas pouco endividadas;

13.  prefira empresas menos vulneráveis à variação do câmbio, às taxas de juros, à inflação;

14.  evite empresas monopolizadas por um grande acionista, sem participação efetiva dos sócios minoritários;

15.  faça as análises fundamentalista e técnica.

Além disso, use as ferramentas adequadas como o Home Broker para ações e os recursos disponíveis no site do Tesouro Direto.  Os aplicativos das instituições financeiras ou corretoras permitem acompanhar detalhadamente o desenvolvimento de seus investimentos.

Aprenda a montar uma boa carteira de investimentos

Para encerrar, vamos passar dicas básicas para você começar a investir montando uma boa carteira de investimentos.

A partir do seu perfil, defina que tipo de investimentos você prefere renda fixa ou variável.  Procure investir em ambas, mantendo uma proporção maior para uma ou para a outra. Defina seu prazo: curto prazo (1 dia até 1 ano); médio prazo (até 5 anos) ou longo prazo (acima de 5 anos).

Conheça os riscos. Se você investe 100% de seus recursos em ações, é claro que o risco é muito alto. Se você diversifica sua carteira entre ações e renda fixa, o risco cai para médio. Se você investe apenas em renda fixa, seu risco é bem baixo.

Caso invista em ações, considere os principais setores e suas características, como petroquímicas (variações relacionadas ao dólar e preço do petróleo), transporte aéreo (aumento do dólar e combustível barateiam os gastos com transporte), bancos (recebem impacto das ações governamentais), siderúrgicas/minérios (sofrem impacto dos preços dos minérios, sendo que o consumo contínuo desses produtos indica que a economia mundial anda bem), consumo (supermercados, empresas alimentícias, de bebidas e de beleza, varejo em geral).

Independentemente de suas escolhas, sempre diversifique. Pense na possibilidade de adquirir fundos de investimentos (de ações, de imóveis, de renda fixa).

Essas foram algumas dicas práticas para começar a investir. Nunca deixe de procurar consultoria em investimentos para receber orientação personalizada.

Aproveite para entrar em contato com a Plano de Vida, empresa especializada em consultoria de investimentos e planejamento financeiro, e veja como ela pode mudar sua vida!