Quem não deseja melhorar sua vida financeira? Certamente, todas as pessoas dirão que sim, mesmo as que já têm as finanças equilibradas. Seguir boas práticas financeiras é essencial para melhorar sua vida financeira.

A desorganização com o dinheiro é o que leva muitos brasileiros a comprar em excesso e acumular dívidas sobre dívidas. É uma das coisas que atrapalham o desenvolvimento pessoal, impedindo por exemplo o crescimento profissional.

Confira, a seguir, boas práticas financeiras para qualquer pessoa!

1. Estabeleça metas e prazos

Uma forma de se disciplinar é definir metas e prazos para seus objetivos financeiros. O ideal é associar metas específicas para cada objetivo. As metas são como trechos a alcançar para um destino final. É importante definir prazos para alcançar cada uma dessas metas.

Digamos, por exemplo, que você deseje comprar um imóvel em um período máximo de 5 anos. Pode estabelecer metas como: poupar mensalmente um valor X; cortar gastos supérfluos definitivamente em 1 ano; realizar algum tipo de investimento e assim por diante.

É importante que os prazos sejam respeitados dentro do possível. Claro que você pode fazer alterações em suas metas e prazos, mantendo sempre o objetivo final.

2. Use softwares de gestão financeira

Outra dica para melhorar a vida financeira é contar com tecnologia adequada, como os softwares de gestão financeira. Eles podem ser encontrados na forma de aplicativos simples para celular, notebook, tablet e desktop. Muitos são gratuitos, enquanto outros precisam ser comprados.

Também há os softwares online, ou seja, disponíveis para uso na nuvem, vendidos como serviço (SaaS), que costumam ser mais vantajosos, porque o usuário só paga pelos serviços que utilizar.

A maioria dos softwares apresenta configurações simples, facilitando seu uso no dia a dia. Quanto mais simples e funcional for um programa, maiores as possibilidades de a pessoa adotá-lo. Por esse motivo, os desenvolvedores procuram criar soluções práticas para o usuário.

3. Dedique-se a investimentos

Outra dica é dedicar-se a investimentos. Isso não quer dizer que você tenha que sair aplicando seu dinheiro a torto e a direito. Nem os mais agressivos e arrojados investidores fazem isso. É preciso analisar, antes de tudo, qual o seu perfil de investidor e, depois, o melhor investimento para fazer conforme suas metas e objetivos.

Se você é meio inseguro em relação a riscos e não deseja sofrer perdas muito altas, se prefere ganhar menos com mais segurança, o seu perfil é conservador e as melhores aplicações para você são as de renda fixa (títulos do Tesouro Nacional, CDBs, LCIs, LCAs, debêntures, fundos de investimento etc.).

Se você tem medo de perder muito, mas está disposto a correr alguns riscos em busca de uma melhor rentabilidade, seu perfil é moderado. Vale a pena investir mais em títulos de renda fixa, mas você também pode investir em renda variável, como ações em curto ou mesmo longo prazo.

Se, por outro lado você está disposto a enfrentar riscos, mesmo que sejam altos, vale a pena investir em renda variável, principalmente em ações. Mas não deixe de aplicar alguma parte de seu dinheiro em renda fixa também.

Diversifique seus investimentos

Na verdade, não existem regras para quem quer investir e melhorar a vida financeira. Hoje, já é possível investir em ações com muito mais segurança devido à tecnologia, que permite fazer análises mais detalhadas de cada companhia.

O ouro é um investimento especial, que funciona como reserva, e alguns especialistas defendem que mesmo conservadores podem comprar ouro — embora existam oscilações em seu valor, ele é o metal mais valioso, e o volume adquirido pelo investidor nunca diminui.

Outro investimento, muito recente, é o COE (Certificado de Operações Estruturadas), considerado como renda fixa e também variável, dependendo dos ativos. Trata-se de um documento que contém diferentes ativos, como títulos remunerados pela Selic, ações e títulos pré ou pós-fixados.

Os fundos de investimentos ajudam a diversificar suas aplicações. Mesmo os fundos de ações tornam-se seguros, já que contemplam ações de diferentes empresas.

O ideal é procurar consultoria financeira de boa qualidade para começar seus investimentos com o pé direito.

4. Eduque-se financeiramente

Para melhorar a vida financeira, nada mais recomendado que educar-se financeiramente. Isso significa aprender todo o bê-á-bá do dinheiro. Entender o que é efetivamente dinheiro, qual a sua importância, as possibilidades que ele pode oferecer, os riscos que envolvem o uso errado dele, a necessidade de economizar, de investir e de controlar gastos para otimizar lucros e muitas outras coisas.

Uma empresa especializada em educação financeira pode ajudar a pessoa nesse sentido, orientando-a sobre como usar seu dinheiro e como buscar formas mais eficazes de aumentar sua renda.

5. Elabore planejamentos

O planejamento financeiro é a base do sucesso para a prosperidade econômica. Quando se planeja, isso significa que a pessoa está analisando todo o cenário de sua vida pessoal, o orçamento disponível, a economia nacional e outros fatores relevantes.

Há pessoas que, devido a uma visão mais aberta, conseguem planejar com relativa facilidade. Outras sentem mais dificuldades e costumam incorrer em muitos erros até aprender.

É importante contar com o apoio de profissionais na hora de fazer seu planejamento de vida. Não pense só para hoje — planeje-se, pois ninguém sabe o que o futuro trará.

Assim, a pessoa torna-se mais apta a identificar e até a criar boas oportunidades, bem como consegue gerenciar riscos e evitar muitos deles.

6. Registre despesas e receitas

Toda casa (ou empresa) apresenta receitas e despesas. É importante registrá-las detalhadamente.

As receitas devem ser bem especificadas, de modo que sua origem fique clara: renda mensal fixa resultante de emprego; rendimentos de aluguel de imóvel, de máquinas ou de investimentos do mercado financeiro; pensão/aposentadoria; renda extra de um serviço ou venda avulsa.

Também as despesas devem ser registradas e categorizadas: contas de luz, água, telefone, internet, gás; aluguel da casa/apartamento; mensalidade da escola e materiais escolares; combustível do carro/moto; compras de feira e supermercado; lazer; plano de saúde/odontológico; obras de conserto no imóvel.

Cuidado com empréstimos bancários ou com agiotas. Trata-se de uma alavancagem arriscada. O dinheiro não é seu, você deverá devolvê-lo com juros. Por isso, a decisão de pedir empréstimos deve ser pensada.

7. Corte gastos desnecessários

Você nunca conseguirá melhorar a vida financeira se não deixar de gastar à toa. Corte os gastos supérfluos: produtos e serviços que não são necessários, que você usa pouco ou nem usa — coisas sem as quais você e sua família podem passar perfeitamente bem. É importante mudar seus hábitos em prol de uma mudança de vida incrível.

Evite viver comprando, principalmente no cartão de crédito ou no cheque especial. Preferencialmente, compre à vista, pois assim fica mais fácil controlar seus gastos.

Viva conforme o que ganha — essa é uma regra de ouro 18 quilates para quem deseja não ter preocupações. À medida que sua renda for aumentando, você pode comprar mais e aumentar seu patrimônio.

Mas se lembre de que gastos inúteis devem ser cortados em qualquer situação — mesmo que você ganhe rios de dinheiro!

Melhorar a vida financeira depende de muitos fatores. Então, não custa nada seguir as boas práticas  acima para conquistar uma melhor vida financeira.

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